
"O pessoal está atrasado. Nem em Davos (Fórum Econômico Mundial) a gente recebe mais essa crítica", retrucou apropriadamente a ministra Dima Rousseff, ao responder sobre a polêmica gerada pelos jornais de que, eleita, priorizará estatizações.
Os jornalões, particulamente da última semana para cá, recrudesceram na postura que sempre tiveram: veem estatização, interferência do Estado, ameaça à liberdade em tudo o que passa perto do governo e da candidata - das conferências (Confecom e de Cultura, etc) ao programa da futura administração Dilma.
"Que não haja retrocesso, que não voltemos às políticas de privatização que ameaçaram a Petrobras, que podia ter virado Petrobrax", completou a pré-candidata do presidente da República, do PT e aliados aos que insistem em afirmar que terá postura de extrema esquerda em sua futura administração. Dilma lembrava a tentativa do tucanato de FHC de privatizar a Petrobras, tendo chegado, inclusive, a propor a mudança do nome da empresa.
lcio Santana
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