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O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso diz à revista britânica The Economist considerar o senador Aécio Neves (PSDB-MG) um candidato "óbvio" à Presidência em 2014. "As coisas estarão mais claras depois das eleições municipais. Provavelmente veremos uma briga interna muito forte no PSDB, entre Serra e Aécio", assinala FHC. Confirma, assim, o que já ocorre, todos sabem e veem.
FHC aproveita para lavar roupa suja tucana em público, desafogar-se de mágoas e ressentimentos e faz reconhecimentos públicos que até agora evitara. Considera, por exemplo, que o seu partido perdeu a eleição presidencial de 2010 porque cometeu "erros enormes" e reconhece que o então candidato, José Serra, estava isolado "mesmo internamente".
"Não formamos alianças. Foi uma espécie de arrogância. Nosso candidato estava isolado, mesmo internamente", exemplificou no ponto da entrevista em que passa a defender a candidatura Aécio Neves-2014, considerando que ele pode até vencer dada à sua capacidade de estabelecer coligações. "Aécio é mais da cultura tradicional brasileira, mais apto a estabelecer alianças".
Ele reaparece com a história de "corrupção sistêmica"
Na sequência, o ex-presidente passa a deitar falação contra o governo do PT. E contradiz a defesa de alianças e a virtude apontada em Aécio para. O ex-presidente também repete a história de que o sistema político de governo brasileiro com o PT está permitindo corrupção.
"Sempre tivemos algum grau de corrupção, aqui e ali, mas o sistema não era corrupto. Agora o sistema permite a corrupção como um ingrediente normal". Afirmou que a partilha de poder entre os partidos - que ele fez em seus oito anos de governo e que todos os governadores tucanos fazem - traz maior possibilidade de corrupção. "Você não está partilhando poder, está partilhando oportunidades de ter bons contratos."
O tucano nega que o sistema existia e tenha permitido corrupção em seu governo. "Talvez num ou outro caso, mas agora o sistema inteiro está baseado nisso. Isto é novo." quando diz "num ou noutro caso", ele se refere aos 64 escândalos de seu governo, a maioria de corrupção? Está lembrando os escândalos da privataria e o da compra de votos para a reeleição?
Dando o troco a José Serra

José Serra renegou-lhe o legado e devotou-lhe desprezo quando candidato a presidente nas campanhas de 2002 e 2010. Na 1ª, FHC não pôde subir uma única vez no palanque de José; na 2ª, quiseram quase exilá-lo para que não participasse da campanha.
Leiam, também, o post Destaque do dia Na The Economist, um FHC contraditório.
Foto Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr
O complexo de superioridade desses figures do PSDB, recebendo do povo a devida resposta.
Pra "nois" t louco de bom. Que continuem assim.
A crise do PSDB tem um contedo muito bem descrito pela eterna clarice lispector- solido- sem povo, sem proposta vo para o abismo poltico,, uma pena.os tucanos vo fazer falta para democracia.
Quando vm refregas de ventos de traves, a coisa fica feia.
E o emocional vai para cucuia.
A racionalidade deixa a desejar.
Pois as palavras do enunciado vm, ainda mais diante da exposio mdia comprometida dos contra ns.



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