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Enquanto os bancos privados jogam na retranca, os públicos continuam dominando a cena e mantendo a iniciativa em todos os segmentos. O Banco do Brasil reduziu pela terceira vez em um mês a taxa do cheque especial. Há casos em que ela simplesmente caiu a menos da metade: passou de percentuais que chegavam a 8,31% para 3,94% ao mês. A medida contempla os clientes que têm conta salário no banco e que aderiram ao programa "Bom para todos".
O resultado da redução de juros pelo BB, neste primeiro mês (abril), permitiu um aumento de 50% na média diária de concessões de empréstimos em relação ao mês anterior. Dentro do mesmo programa, o "Bom para todos", a linha de crédito pessoal automática caiu da máxima de 5,79% para o teto de 3,94%.
Os números dão uma ideia do que está acontecendo com as carteiras do BB. O montante de empréstimos realizados nas concessões para financiamento de veículos saltou de R$ 11,2 milhões diários para R$ 28,7 milhões, com um aumento de 156,3%. No crediário a explosão foi ainda maior: os desembolsos passaram de R$ 400 mil para R$ 1,3 milhão diário. Alta de 238,5% em abril, comparado a março.
E agora começam os feirões de imóveis da Caixa Econômica Federal (CEF). A instituição financeira também baixou suas taxas para diferentes segmentos, incluindo o mercado habitacional, do qual detém uma fatia equivalente a 74%. Até o dia 10 de junho, a CEF colocará à venda 430 mil imóveis em 13 cidades brasileiras, começando por Belo Horizonte, Brasília, Rio, Salvador e Recife. Em São Paulo, o feirão acontece entre os dias 18 e 20 deste mês.
O tiro no pé dos bancos privados

"Se houve aumento da inadimplência, os bancos dão ordem para que liberem menos crédito, para que sejam mais seletivos. Mas aí o crédito não roda e a inadimplência vai aumentar ainda mais", afirmou Mantega.
Para o ministro a retração dos bancos é um verdadeiro tiro no pé pois "o sistema econômico gira todo integrado. Quando desacelera uma parte, desacelera o todo". Enquanto os bancos jogarem na retranca, a economia tende a continuar travada, o que faz aumentar ainda mais a inadimplência, que aumenta os custos do banco, e assim por diante.
Foto: Valter Campanato/ABr
Algum estudioso no ramo de finanas, por favor comente quem est com a razo, se o banco cobrar o que resta do capital , mais todo o juro a vencer, o somente cobrar o que resta do capital a ser pago, pois talves muitas pessoas esto sendo enganados por muitos funcionarios de bancos despreparados, e a parte mais fraca est saindo perdendo devido no terem assistencia juridica nesta area, pois os aposentados esto orfos, no h uma associao que lhes oriente.
Pois , a auto defesa do BRIC, comeou a resguardar as economias internas.Parabns equipe econmica do Brasil
Dilma e Mantega acertaram e vi como d impacto positivo a reduo de juros na Caixa e no BB. Valeu Z Dirceu e a todos companheiros de partido e de governo.
Os bancos cobram juros estratosfricos.
Do crdito AUTOMATICAMENTE aos clientes.
No selecionam direito, pois os juros de muitos cobrem os calotes de poucos.
Isto timo para eles, pois podem demitir empregados vontade e colocar os caixas eletrnicos pra fazer o servio.
Juros altos = demisso = lucros exorbitantes.
T bo, demais, gentchem.
Estamos caminhando para o equacionamento das questes internas da nossa economia e permitindo que o Brasil passe pela crise artificial criada no mundo.
Que nada mais do que os banqueiros internacionais fizeram.
Colocaram no colo dos governos a moeda e ficaram com eles o pedao mais auspicioso que o crdito.
E agora sim.
Todos no mundo sabem, e tambm os que aqui no Brasil no queriam admitir isso.
Que os bancos internacionais tinham uma grande capacidade estratgica na economia interna e at poltica, de mexer com os pausitos e acomodar os seus interesses no mundo.
Os pases emergentes foram escolhidos para pagar a conta desses mega acerto no mundo.
Mas o BRIC se autodefendeu e se colocou na ponta dos interesses das suas economias internas.
Temos uma luz no fundo do tnel.
Parabns a equipe econmica do governo do Brasil.



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