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A mídia conservadora e os tucanos e cia (oposição) tentaram impor ao país suas mitificações de que a inflação não cairia e que a poupança acabaria se as regras do rendimento da caderneta mudassem. Mitificaram que os juros não podiam ser menores que os dos sonhos deles de um piso religioso de tanto por cento, conforme a época e os interesses dos especuladores rentistas.
Todos partiam do pressuposto de que o cidadão é ignorante e supersticioso. Era pura mistificação mesmo para esconder interesses dos rentista e do capital financeiro. O governo do PT mudou as regras da poupança, reduziu a Selic - e espero que logo ela esteja em menos de 8% - e a inflação não disparou, ao contrário do que eles anunciaram durante todo o ano de 2011.
Anunciada em 3 de maio, as novas regras das cadernetas não desanimaram os investidores da mais popular aplicação do brasileiro. Ocorreu o oposto do que previam muitos economistas e do que a oposição torcia. A poupança bateu recorde e cresceu 252% no 1º mês (maio) com as novas regras de funcionamento das cadernetas.
Poupança capta 252% a mais em maio, em comparação com abril
Com a mudança da regra, sempre que o juro básico estiver em 8,5% anuais ou menos, o rendimento das cadernetas passa a ser 70% da Selic mais a Taxa Referencial. Há uma semana, em 30 de maio, o juro básico caiu para 8,5%, o que acionou automaticamente o gatilho da nova regra de cálculo do rendimento. Acentue-se: só para os depósitos a partir de 4 de maio.
Pois bem, segundo os dados divulgados pelo Banco Central (BC), em maio as contas registraram captação líquida positiva de R$ 6,262 bi, resultado 252% maior que o observado em abril e recorde para os meses de maio desde 1995.
De acordo com o balanço do Banco Central (BC), os depósitos no acumulado do mês passado totalizaram R$ 105,776 bi, acima dos saques de R$ 99,514 bi no mês. Além de as aplicações terem superado as retiradas, as contas existentes tiveram rendimento de R$ 2,138 bi no mês passado, o que levou a soma de todas as cadernetas a atingir o montante de R$ 441,721 bi.
Confiram, também, a entrevista do presidente do Santander no Brasil, Marcial Portela, publicada nesta quinta no Estadão (clique aqui para ler). Portela nega as informações de que o banco pretendia se desfazer da operação brasileira, afirma que a queda dos juros para níveis historicamente baixos vai mudar completamente o negócio financeiro no Brasil e conclui: "todo mundo reconhece que o nível de juro real do Brasil no passado era inacreditável. Hoje está provado que as taxas podem ficar mais próximas da dos países 'normais'".
Leiam, ainda, o post na sequência aqui, Querem sangue, agora cobram cortes de gastos e de salários .
Dismistificar seria tirar o carater mistico de alguma coisa que nao o caso, Pequenos erro de portugues. Mas o conteudo do artigo brilhante,



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