Otimismo popular
Publicado em 02-Ago-2012
(artigo publicado no jornal Brasil Econômico em 02.08.2012)
Pesquisas e indicadores sobre os rumos da economia são muito úteis e nos ajudam a compreender o comportamento das variáveis e fenômenos do sistema econômico no presente, além de delinear as tendências de curto prazo, que podem subsidiar a tomada de decisões estratégicas tanto pelos agentes públicos quanto privados.
O problema é quando as informações desses estudos são recortadas e deturpadas para alarmar e transmitir a falsa percepção de que nossa economia está cambaleante.
Essa tem sido a ideia replicada todos os dias pela oposição, em uma tentativa vã de desqualificar as políticas e ações implantadas pelo governo federal na área econômica.
Porém, mesmo com todo o empenho dos setores contrários em fazer crer que estamos à deriva, outras pesquisas - essas, pouco destacadas na grande imprensa - mostram que a população não se deixa influenciar por ideias desvinculadas da realidade.
Recente pesquisa global encomendada pela Confederação Internacional do Comércio indica que 69% dos brasileiros estão otimistas e acreditam que o Brasil está na direção certa. Os dados mostram também que 71% consideram a situação econômica do país boa ou muito boa.
A pesquisa foi realizada em 13 países e mostrou que, à exceção do Brasil, o tom geral é de pessimismo: 58% dos entrevistados disseram que seus países estão indo na direção errada.
Levantamento feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) corrobora essa percepção, ao apontar que, em junho, cresceu o otimismo das famílias brasileiras com a situação socioeconômica, chegando a 68,5%, contra 67% no mês de maio.
Das famílias ouvidas, 80% afirmaram ter expectativa positiva também em relação ao mercado de trabalho. De acordo com relatório divulgado na última semana pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Brasil será a única grande economia que retomará o crescimento nos próximos meses.
As perspectivas sobre Índia e China são de que passarão por um processo de desaceleração econômica, enquanto que os países da União Europeia continuarão em situação de fragilidade e com dificuldades de voltar a crescer.
Sem dúvida, vivemos um momento de muita atenção e não são poucos os desafios que temos pela frente. Como bem lembrou nossa presidente, Dilma Rousseff, o Brasil não é uma ilha capaz de passar por uma crise como essa sem sofrer consequências - e é preciso agir para frear ao máximo esses efeitos.
Mas é inegável que a percepção da população, atestada pelas pesquisas citadas, é fruto dos grandes avanços e conquistas que tivemos nos últimos dez anos e que continuamos buscando.
As políticas adotadas pelo governo federal para proteger o mercado interno, que sustenta e dinamiza nossa economia, gerando emprego e renda para milhares de trabalhadores, associadas aos investimentos na área social e no desenvolvimento de nossa infraestrutura estão transformando nosso país.
A população brasileira percebe esses ganhos e se sente presente nas ações do governo, muito mais do que nos números e indicadores utilizados para transmitir a visão equivocada de que nossa economia estaria fora dos trilhos.
Pesquisas e indicadores sobre os rumos da economia são muito úteis e nos ajudam a compreender o comportamento das variáveis e fenômenos do sistema econômico no presente, além de delinear as tendências de curto prazo, que podem subsidiar a tomada de decisões estratégicas tanto pelos agentes públicos quanto privados.
O problema é quando as informações desses estudos são recortadas e deturpadas para alarmar e transmitir a falsa percepção de que nossa economia está cambaleante.
Essa tem sido a ideia replicada todos os dias pela oposição, em uma tentativa vã de desqualificar as políticas e ações implantadas pelo governo federal na área econômica.
Porém, mesmo com todo o empenho dos setores contrários em fazer crer que estamos à deriva, outras pesquisas - essas, pouco destacadas na grande imprensa - mostram que a população não se deixa influenciar por ideias desvinculadas da realidade.
Recente pesquisa global encomendada pela Confederação Internacional do Comércio indica que 69% dos brasileiros estão otimistas e acreditam que o Brasil está na direção certa. Os dados mostram também que 71% consideram a situação econômica do país boa ou muito boa.
A pesquisa foi realizada em 13 países e mostrou que, à exceção do Brasil, o tom geral é de pessimismo: 58% dos entrevistados disseram que seus países estão indo na direção errada.
Levantamento feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) corrobora essa percepção, ao apontar que, em junho, cresceu o otimismo das famílias brasileiras com a situação socioeconômica, chegando a 68,5%, contra 67% no mês de maio.
Das famílias ouvidas, 80% afirmaram ter expectativa positiva também em relação ao mercado de trabalho. De acordo com relatório divulgado na última semana pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Brasil será a única grande economia que retomará o crescimento nos próximos meses.
As perspectivas sobre Índia e China são de que passarão por um processo de desaceleração econômica, enquanto que os países da União Europeia continuarão em situação de fragilidade e com dificuldades de voltar a crescer.
Sem dúvida, vivemos um momento de muita atenção e não são poucos os desafios que temos pela frente. Como bem lembrou nossa presidente, Dilma Rousseff, o Brasil não é uma ilha capaz de passar por uma crise como essa sem sofrer consequências - e é preciso agir para frear ao máximo esses efeitos.
Mas é inegável que a percepção da população, atestada pelas pesquisas citadas, é fruto dos grandes avanços e conquistas que tivemos nos últimos dez anos e que continuamos buscando.
As políticas adotadas pelo governo federal para proteger o mercado interno, que sustenta e dinamiza nossa economia, gerando emprego e renda para milhares de trabalhadores, associadas aos investimentos na área social e no desenvolvimento de nossa infraestrutura estão transformando nosso país.
A população brasileira percebe esses ganhos e se sente presente nas ações do governo, muito mais do que nos números e indicadores utilizados para transmitir a visão equivocada de que nossa economia estaria fora dos trilhos.


