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Ao anunciar o total de financiamentos imobiliários concedidos pela Caixa Econômica Federal (CEF) - R$ 41 bilhões - seu vice-presidente, Jorge Hereda explicou que dois fatores contribuíram para esse "excelente" desempenho: a crise econômica mundial e o programa Minha Casa Minha Vida, com o qual o governo federal programa construir um milhão de moradias.
Por mais contraditório que pareça, a crise - que teve seu auge no segundo semestre do ano passado - provocou escassez de crédito no mercado, segundo o executivo. A partir de setembro os bancos privados seguraram o dinheiro, mas a procura continuou elevada. "Desde então, passamos a carregar o mercado imobiliário nas costas", contou Hereda.
"Já o lançamento do plano habitacional do governo deu confiança para as pessoas voltarem a comprar e as empresas construírem novos empreendimentos", observou o vice-presidente da CEF ao apontar o Minha Casa Minha Vida como o outro fator que elevou o volume de financiamentos imobiliários concedidos pelo banco.
Assim, cerca de 28% (R$ 11,17 bilhões) do volume total emprestado pela Caixa até novembro foi para financiar 176.379 unidades habitacionais do Minha Casa Minha Vida. Mas, até aquela data, a Caixa já havia recebido 2.763 projetos para a construção de 567.153 unidades, num total a ser financiado da ordem de R$ 34,42 bilhões. "Esses são casos, cuja viabilidade foi confirmada, que estão dependendo de documentação", destaca o vice-presidente do banco.
"A velocidade que estamos verificando no processo nos permite dizer que até julho do ano que vem teremos concluído a análise de 1 milhão de moradias e todas (estarão) contratadas até dezembro", prometeu Hereda. A partir de agora, assegurou, o programa vai deslanchar ainda mais porque está superado o problema enfrentado no início, da falta de projetos e parcerias com Estados e municípios. (Leia nota acima)
Seria interessante divulgar como os depossuiidos poderiam se inscrever no progranda.
Minha empregada domstica mora em umbarrao de um cmodo em favela. Seu sonho morar com dignidade, mas no conseguiu inscrio na sub-prefeitura.
Que ao dar suporte financeiro a base da piramide social viu corregido um de seus principais entraves.
A fala do Lula na Alemanha deixa claro essa poltica inclusiva.
O que precisa ser claramente abordado a superao filosfica do "estado mnimo".
O que me preocupa hoje no um estado indultor da economia capitalista e sim a vertiginosa queda princpios de conduo da poltica de segurana pblica, to evidenciados com a vinda ao Rio de Janeiro do ex-prefeito de NY.
O fortalecimento do mercado, ferramenta do capital, aponta para seu recrudencimento nas polticas sociais, to bem representados em nossos municpios e estados.
Isso me preocupa.



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